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Manuel Moreira da Silva (ou Diadochus T. Speculativus), doutorando em Filosofia pela Unicamp, possui Graduação (Licenciatura e Bacharelado) e Mestrado em Filosofia pela UFMG, atualmente é Professor Assistente C da Universidade Estadual do Centro-Oeste, em Guarapuava/PR, onde exerce o cargo de Chefe do Departamento de Filosofia - DEFIL -, Gestão 2009-2011.
Além da Coordenação geral do Setesp - Seminário Permanente de Lógica, Metafísica e Teologia especulativa -, Manuel Moreira também é o atual Secretário de Publicações da Sociedade Hegel Brasileira (SHB), Editor das revistas Estudos Hegelianos (REH) e Contradictio (UFPR); sendo ainda, por fim, Coordenador dos seminários on-line sobre a Fenomenologia do Espírito (de 2005 a 2009, em conjunto com Leonardo A. Vieira), sobre a Ciência da Lógica (desde 2006) e o recente Seminário de Teologia especulativa (desde 2008), que aprofunda - em nível mais estrito - alguns problemas surgidos nos anteriores.
Em suas atividades de ensino, trabalhando com os problemas próprios da Metafísica, Manuel Moreira da Silva tem se posto a tarefa de retomar e desenvolver a tentativa hegeliana de uma refundação da Metafísica henológica enquanto Metafísica especulativa (essa cuja tarefa consistiria sobretudo na suprassunção da Doutrina da informação imediata do ato intelectivo pela forma em ato do Ser e da moderna Doutrina do Ser representado) e seu desdobramento, a um tempo lógico e efetivo, nos quadros de uma Filosofia do Espírito intersubjetivo ou uma Filosofia das Instituições.
Enfim, Manuel M. da Silva desenvolve Projeto de Pesquisa Continuada - PqC - (2009-2012) em torno da fundação especulativa do Especulativo puro em Hegel, no tangente aos princípios motores da Lógica especulativa e à determinação lógico-especulativa da Intersubjetividade enquanto momento do Princípio da Especulação, nos quadros de uma tipologia filosófica consistente em Metafísica, fundada no desenvolvimento consciente da Segunda navegação platônica (Fédon, 99cd) e da Terceira navegação agostiniana (Beata Vita, I, 2) em consonância com o estabelecimento do Especulativo puro enquanto princípio metodológico-especulativo da Idéia da Filosofia a partir do Noésis Noéseos aristotélico e do Noérico procliano.